Para evitar: 7 erros na busca do autoconhecimento

Em algum momento de nossas vidas, percebemos o quanto o autoconhecimento é importante. Essa descoberta vem por meio de reflexão ou experiências vividas. Na tentativa de alcançar seus objetivos, muitos profissionais chegam à mesma conclusão: algo os impede de continuar crescendo.

Quem se conhece com profundidade sabe que existem crenças que limitam o crescimento e impedem que a vida seja aproveitada ao máximo. No entanto, alguns erros são cometidos na busca pelo autoconhecimento — a começar pelas eternas fórmulas mágicas. Durante essa jornada, fique de olho no que evitar.

Continue a leitura e conheça 7 erros comuns na busca pelo autoconhecimento:

1. Focar somente na dor da descoberta

O autoconhecimento leva as pessoas ao processo de descoberta das dores e crenças limitantes que as impediam de crescer. No entanto, uma parte delas fica presa exatamente nessa fase em vez de olhar para o momento atual e agradecer aos erros e acertos pelos quais passou.

São eles que podem levar qualquer ser humano a ser alguém melhor. Por isso, no processo do autoconhecimento, não adianta fixar-se nas descobertas que impedem seu crescimento pessoal e profissional. O passado precisa ser encarado como se fosse o retrovisor de um automóvel — olhe para mudar de faixa e seguir em frente.

Quem se prende no que aconteceu acaba não evoluindo na jornada do autoconhecimento e somente renova as dores e crenças limitantes que impedem de continuar adiante.

2. Acreditar em fórmulas milagrosas

Você deseja adquirir novas habilidades para se tornar líder, ganhar a confiança da sua equipe e ser reconhecido como um talento pelos superiores, mas sabe que esse caminho é difícil. Durante os momentos de estresse, encontra vídeos no YouTube de alguém que apresenta uma maneira fácil para alcançar esse objetivo. Ao seguir o passo a passo que é explicado, você obterá o sucesso desejado.

Isso soa familiar? As fórmulas milagrosas conquistam inúmeras pessoas todos os dias, contudo elas não parecem ser realmente eficazes. Basta pensar: quantos amigos ou profissionais que trabalham com você obtiveram retorno com elas?

O mundo seria um lugar bem mais fácil de viver e conviver com todos bem-resolvidos, não é mesmo? Só que não é isso o que acontece. Portanto, bastante cuidado com fórmulas milagrosas.

3. Culpar os outros pelos próprios resultados

A natureza humana nos leva a culpar os outros pelos nossos desastres e desventuras, pois isso minimiza o sentimento próprio de incapacidade. O mesmo ocorre com os demais fatores externos, que se transformam em responsáveis por comportamentos, posturas e resultados considerados insatisfatórios.

Essa dificuldade em assumir os próprios erros é duplamente prejudicial. Em primeiro lugar, ela impede que você supere os acontecimentos e siga em frente; em segundo, faz com que gaste mais energia que o necessário na constante tentativa de justificar suas dificuldades.

Reconheça suas falhas. Reflita sobre a situação e, para resolvê-la, experimente agir de modo diferente. Não assuma o papel de vítima e use seus defeitos como base para melhorar. Por fim, perdoe-se.

4. Perder o equilíbrio entre dar e receber

Os relacionamentos que estabelecemos ao longo da vida precisam de um equilíbrio muito importante entre dar e receber. Durante os momentos de reflexão, é comum questionarmos se algumas relações estão realmente equilibradas e, na sequência, chegar a um sentimento de vazio.

O fato é que, mais uma vez, a culpa não deve ser atribuída automaticamente ao outro. Quem se entrega em excesso a uma relação fica na falta, pois coloca o amor-próprio em risco por amar demais. Por outro lado, quem se doa pouco vive infeliz, já que não aproveita o melhor da vida.

Em qualquer relacionamento, as partes envolvidas devem estar satisfeitas em suas necessidades e anseios. Dar migalhas enquanto recebe do outro o que tem de melhor ou doar-se demais são opostos que precisam ser evitados.

5. Prender-se às mesmas práticas

Chegou o momento de resolver um problema. Como você lida com isso? Segue as mesmas práticas de sempre? Se sim, é importante repensar essa atitude. O fato é que nem todos os problemas são iguais, portanto eles não requerem as mesmas soluções pré-fabricadas por sua mente.

Depois de uma discussão, por exemplo, você pode obrigar-se a conversar com a outra parte e oferecer seu perdão. Não há nada de errado com essa atitude, exceto o fato de que você pode não estar pensando no tempo que a outra pessoa necessita para aceitar sua atitude.

O mesmo vale para os objetos de proteção. Direcionar tudo para um cristal, mandala ou qualquer outro item não é saudável, pois se algo acontecer com ele, você vai acabar se colocando em uma situação de extrema fragilidade.

6. Achar que deve salvar o outro

Tudo bem, você descobriu excelentes mecanismos para se conhecer, saber quais são suas crenças limitantes e como superá-las. Isso é extremamente positivo, parabéns! Contudo, não significa que as pessoas ao seu redor estejam receptivas às suas descobertas.

O que funciona com você pode não dar certo com elas. Contenha sua vontade de tentar salvar os demais com base no conhecimento adquirido para si, pois não é dessa forma que você vai ajudá-los. Experimente, no lugar dessa postura, servir de exemplo para os outros.

Alcance seus resultados e viva em plenitude, como se ninguém estivesse observando. É assim que será percebido e visto como alguém bem-resolvido, que inspira os demais.

7. Espelhar-se sempre em outras pessoas

Seu colega de trabalho foi promovido e, para isso, precisou adotar algumas práticas que não são éticas. Isso significa que você precisa segui-lo para alcançar o patamar profissional que deseja? Jamais! As atitudes dos demais não servem, necessariamente, para você.

Emagrecer, por exemplo, não é sinônimo de ter que ir para a academia; pode-se obter esse resultado por meio de uma dieta. Aplique isso em outras esferas da sua vida, pois, lembre-se: você não deve se prender às mesmas práticas de sempre. Experimente novos caminhos mais adequados à sua realidade.

Cada um tem seu tempo, um jeito próprio de fazer as coisas. Descubra o seu e, ao se espelhar nos demais, busque alcançar o resultado a partir de meios adequados ao seu modo de ver, viver e perceber as coisas.

O autoconhecimento envolve um processo de mudança que começa de dentro para fora, a partir de um desenvolvimento crescente e consciente. Enxergue a importância de adquiri-lo para os seus objetivos e perceba como o controle emocional permite que você avance em cada um deles.

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